Cortejo moderna

La psicología moderna ha definido adolescencia como la etapa entre la niñez y la vida adulta. Se dice que es cuando descubre su identidad y afirma su independencia siendo rebelde. Un joven bajo esta clase de cortejo moderno y citas reclama su derecho a salir con una chica pero pide a su padre que le solvente económicamente la misma. CORTEJO A LO PROHIBIDO de BARANDA LETURIO, NIEVES y una gran selección de libros, arte y artículos de colección disponible en Iberlibro.com. 8476356307 - Cortejo a lo prohibido: Lectoras y escritoras en la España moderna (Instrumenta bibliológica) de Baranda Leturio, Nieves - Iberlibro Respuesta: El cortejo misionero es la idea moderna de que un cristiano puede cortejar a un inconverso con el objetivo de conducir a esa persona a la fe en Cristo. Mientras que Dios puede usar esas relaciones para la evangelización, la biblia dice que nuestras relaciones más importantes deben ser con otros creyentes. Moderna propuesta de cortejo con la cual EPK acompaña a las novias en ese día único y especial El cortejo personifica un elemento esencial en lo que a bodas respecta, y es que más allá de escoltar a la novia al altar, este conjunto integrado por los más pequeños de casa concede alegría y emotividad a la ceremonia. Cortejo a lo prohibido : lectoras y escritoras en la España moderna. [Nieves Baranda] Home. WorldCat Home About WorldCat Help. Search. Search for Library Items Search for Lists Search for Contacts Search for a Library. Create ... El propósito del cortejo. Se puede llegar a pensar que el cortejo traditional está pasado de moda. Algunas personas pueden estar intrigadas, mientras que otros pueden burlarse de éste en un mundo donde las citas a una edad temprana y el sexo prematrimonial están en todas partes. Ya sea que elijas participar en un noviazgo con cortejo tradicional o te muestres escéptico acerca de su lugar ... Soltero por ahora te desafiará para que vivas tu soltería y tu noviazgo con un propósito más alto, recordándote que tu vida debe estar llena de esperanza, felicidad y propósito siendo soltero, por ahora. La Danza forma parte del arte que funciona de manera de locución, logra poseer múltiples significados que consiguen ser: Religiosos, Antigua, Cortejo, Moderna, Orgánica, Folclórica, Ilustrada, Contemporánea, Nacional y Regional. Conoce las 6 características de Danza. 20-feb-2017 - Explora el tablero '• Cortejo •' de carmenmaria23, que 207 personas siguen en Pinterest. Ver más ideas sobre Boda, Cortejo, Inspiración para boda. Cortejo a lo prohibido: Lectoras y escritoras en la España moderna by Nieves Baranda Leturio and a great selection of related books, art and collectibles available now at AbeBooks.com.

Brasil, Vida e Morte (Uma Crítica a Demétrio Magnoli)

2020.05.20 23:44 sairjean Brasil, Vida e Morte (Uma Crítica a Demétrio Magnoli)

Em 18/05, O Globo publicou um artigo do sociólogo Demétrio Magnoli, entitulado “Suécia, Vida e Morte”, com o subtítulo “ O colapso econômico cobra vidas ”, disponível em:
https://oglobo.globo.com/opiniao/suecia-vida-morte-24429777
Como o acesso é fechado a assinantes, e para melhor entendimento do que exporei aqui, reproduzo o texto integral do artigo abaixo. (Sou assinante, não “hackeei” o site.)
Os secretários estaduais de Saúde bateram a porta na cara do agora ex-ministro Nelson Teich. Diante de uma proposta de diretrizes sobre níveis de distanciamento social, responderam que, enquanto a curva da epidemia sobe, não é hora de discutir o assunto. Nossa polarização política reflete-se como guerra retórica entre dois extremismos. Num polo, Bolsonaro e seus lunáticos fantasiam-se de defensores da economia e dos empregos. No extremo oposto, configura-se um fundamentalismo epidemiológico que, vestido com a roupagem da ciência, exibe-se como o exército da vida. A Suécia oferece uma alternativa à dicotomia irracional.
O país escandinavo rejeitou a polaridade filosófica vida versus morte e sua tradução estratégica: saúde pública versus economia. Distinguindo-se de quase toda a Europa, navega por medidas brandas de isolamento social que não abrangem quarentenas extensivas. O fundamentalismo epidemiológico acusou-a de renegar a ciência, cotejou sua taxa de mortalidade por Covid (34 por 100 mil) com a de seus vizinhos (Noruega: 4,3; Finlândia: 5,1) e, num julgamento sumário, declarou-a culpada de desprezo pela vida.
O governo sueco não classificou a doença como “uma gripezinha”, recusando o negacionismo. Como o resto da Europa, definiu o objetivo de “achatar a curva”. Mas modulou a estratégia para o longo prazo, estimando que a vacina tardará. Aceitou, portanto, taxas maiores de óbitos imediatos, em troca da mesma mortalidade que os outros no horizonte da imunidade coletiva. No plano epidemiológico, um veredicto justo deve aguardar o momento redentor da vacinação em massa.
O parâmetro sueco não é suprimir o vírus pelo bloqueio social, mas evitar as mortes evitáveis — ou seja, preservar a capacidade hospitalar de atendimento de casos graves. Nesses dias, após “achatar a curva”, os governos europeus começam suas reaberturas, ainda em meio a milhares de contágios. Todos rendem-se ao mesmo parâmetro — e, claro, enfrentam a voz indignada dos anjos da vida.
Os anjos estão errados, por motivos pragmáticos e filosóficos. O colapso econômico cobra vidas. A depressão mundial lançará cerca de 130 milhões de pessoas na vala da fome. O desemprego crônico, com seu cortejo de alcoolismo e opioides, corta a expectativa de vida em mais de cinco anos. Por que a vida de um faminto ou de um desempregado vale menos que a de um infectado pelo vírus?
A Suécia levou em conta um valor que escapa ao domínio epidemiológico: as liberdades civis. Quarentenas prolongadas achatam direitos, tanto quanto a curva de contágios. A liberdade ou a segurança? No caso da Aids, que matou 32 milhões, jamais restringimos as atividades sexuais, impondo legalmente testagens aos parceiros para evitar a difusão do vírus. A filosofia moderna nasceu com a declaração do direito à revolta contra governos tirânicos. A escolha de viver em liberdade deflagra rebeliões, que causam conflitos e mortes.
No plano dos valores, quarentenas justificam-se pela interdição ética fundamental de deixar pacientes morrerem sem tratamento apropriado. Itália, Espanha e França recorreram ao lockdown precisamente diante desse abismo. A Alemanha, que não chegou perto dele, preferiu uma quarentena moderada — e começa a reabrir em nome dos “direitos constitucionais”.
O exemplo sueco não indica que os italianos erraram — e não serve para moldar as respostas brasileiras a uma curva exponencial. Por outro lado, é a bússola mais precisa para nortear o debate, em todos os lugares, sobre lockdowns, quarentenas e flexibilizações. A epidemiologia militante, iracunda e intolerante, não tem o direito de invocar uma aliança preferencial com a vida, rotulando como arautos da morte os que ousam contestar suas receitas.
Teich foi elevado por Bolsonaro ao ministério com a missão de fabricar mais desordem, sabotando nossas últimas oportunidades de coordenar o combate à epidemia. Mas ele sabotou o sabotador, ao oferecer um esboço de diretrizes comuns. Os secretários de Saúde fizeram baixa política ao recusar a mera discussão da proposta. Ganham aplausos indevidos de fanáticos do bem.
Em questões de vida ou morte, a virtude não está “no meio”, como em outras questões filosóficas (e pragmáticas), mas num dos extremos, o da vida. “Por que a vida de um faminto ou de um desempregado vale menos que a de um infectado pelo vírus?”, ele pergunta retoricamente. Não se trata de qual vida vale mais, mas de quem está em perigo mais imediato de perder a vida. As mortes por covid são para agora; as mortes por fome ou desespero em decorrência da depressão econômica são pra depois. Haverá tempo para se tomar medidas para evitar essas mortes, desde políticas públicas de auxílio aos desvalidos, como vários países já estão fazendo (até mesmo o Brasil, ainda que aos trancos e barrancos), até iniciativas de solidariedade espontâneas da própria sociedade (como também já vem ocorrendo no Brasil, envolvendo desde grandes empresários até os vizinhos nas comunidades carentes). E, nesse meio-tempo, temos a chance de expandir a rede de tratamento hospitalar (de novo, como até no Brasil se está fazendo, mesmo com todos os problemas que temos visto), e a Ciência de desenvolver novos tratamentos, remédios eficazes e, talvez, até mesmo uma vacina. É claro que nem os governos, nem as empresas, nem os cidadãos em geral poderão sustentar indefinidamente os que perderam suas fontes de renda em virtude da paralisação das atividades econômicas. Uma hora, os recursos de que podem lançar mão se esgotarão. Mas quanto mais pudermos adiar o retorno pleno às atividades, mais mortes totais evitaremos, seja por covid, seja de fome.
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2018.09.02 15:47 grumetito Petróleo, cambio social, auge del ginocentrismo y caída del mismo mediante la escasez energética

MGTOW, feminazismo, Termodinámica y Tasa de Retorno Energético
Estimados Mgtows,
aunque a priori pudieran parecer conceptos independientes entre sí, están íntimamente relacionados, pues al fin de cuentas, lo que mantiene activa y cohesionada nuestra sociedad es la energía.
Sin ella, simplemente no hay actividad económica (trabajo). Según los avances tecnológicos y el acceso a la energía en cada sociedad, su cultura y comportamientos/creencias sociales podrá cambiar (ej: una sociedad de baja energía –agricultura de subsistencia- frente a una sociedad de alta energía –occidente-).
En occidente, sociedad de alto acceso energético, estamos sumidos en una sociedad desequilibrada en cuanto a las relaciones inter-género, tanto a nivel afectivo como sexual. Esto se debe a los cambios sociales que se han sucedido en Europa desde su génesis en el inicio de la Ilustración, pero también al simultáneo descubrimiento y uso de fuentes energéticas de mayor calidad y abundancia.
Hipergamia descontrolada (junto al Principio de Pareto), mujeres endiosadas, leyes feminazis en detrimento de la libertad masculina, perversión del contrato matrimonial (donde ya no hay ventajas o seguridades para el hombre), rechazo de la propia femineidad en la búsqueda de una igualdad desmedida con el hombre que lleva a la mujer a su masculinización sin respetar sus características femeninas, uso de las relaciones sociales afectivas como bien de consumo desechable (de usar y tirar por fácil recambio por parte de la gran mayoría de las mujeres) etc son fruto de cambios sociales que ahora llegan a su apogeo.
¿En qué países –sociedades- se dan estas características?
En aquellos donde la alta calidad de vida y estabilidad social provee viabilidad al que las mujeres se lo puedan permitir.
En países del “tercer mundo” (Gabón, Bielorrusia, Kazajstán, Haití, Islas Marshall por poner ejemplos de cada continente) tales características están prácticamente exentas de sus sociedades.
En países del “segundo mundo” se encuentran parcialmente, con variabilidad incluso dentro del mismo país: México capital en comparación a las comunidades indígenas de los estados más pobres; Sudáfrica según qué zonas y clases sociales, etc. En todo caso, mientras más se desarrolla la economía del país y se acerca al primer mundo, más avanzan las leyes feministas.
En países del “primer mundo” es donde se desarrollan plenamente tales características, con Suecia como paraíso feminista y Japón a la vanguardia de sus consecuencias con sus “hombres herbívoros”.
Nota:
El uso de la terminología “países de primer, segundo o tercer mundo” carece de validez actualmente; se usa sólo a términos ejemplificativos para demostrar que es en aquellos países donde se dispone de mayor actividad económica (por tanto, acceso a la energía) los que pueden permitirse el feminazismo social, pues la mujer no depende de sí misma en relación a los hombres como iguales (como debería ser en un estado de derecho) ni de los hombres exclusivamente (como sucede en estados autoritarios), sino que es sobreprotegida por el Estado de Bienestar mediante sus leyes feministas. Simplemente, la dependencia cambia.
Y, ¿dónde se genera un Estado de Bienestar sobre el cual pueden florecer tales leyes feminazis y los cambios sociales que portan?
Allí donde hay suficiente actividad económica que permita hacerlo viable, pues el estado de bienestar o socialdemocracia se define por un conjunto de ayudas y protección, asistencia, a la población que generan un gasto que no todos los países se pueden permitir.
Por tanto, existe una variable, justificada por cada mujer que vive de una determinada manera según su sexo en el país que le tocó nacer: a más energía, más “emponderamiento” femenino.
¿Qué es la energía, en términos prácticos?
Es el trabajo que conforma cualquier objeto de consumo o energía, y que debe ser realizado por una persona o por una máquina. Recordemos, que las máquinas, como los coches, no funcionan sin energía (fósil o renovable) y nada se hace solo.
La fuente de energía principal es solar, en diversas formas:
- Alta calidad, fácil extracción y alto índice energético –que produce más energía por unidad, o que “renta” más-: Petróleo, gas natural y carbón, que son restos de organismos vivos que han crecido en tiempos pretéritos gracias a la luz solar y que la geología ha transformado en un concentrado altamente energético para su uso en motores de combustión.
Esta energía no es renovable –tarda millones de años en formarse- y es básicamente la que mantiene la sociedad moderna industrial. La energía nuclear –uranio- también es fósil ya que es un recurso geológico finito.
- Menor calidad (baja concentración de energía) pero renovable: biomasa (restos de cultivaciones –ej: la misma madera que es quemada directamente para generar energía, sin esperar a que se convierta en carbón-), maremotriz, eólica y solar (todas generadas directa o indirectamente por la energía solar que llega a la Tierra).
Nota: el hidrógeno, al no encontrase libremente en naturaleza, debe ser generado a partir de electricidad (electrólisis) por lo que su valor energético es mayor que la energía que lleva (no puede llevar más energía que la usada en su creación). Esto lo hace, si acaso, un medio para transporte o almacenamiento de energía (vector) pero no es una fuente en sí misma.
Véase que la energía renovable produce electricidad, pero esta sólo es el 20% de la energía consumida en el mundo (no hay forma de almacenarla que permita que existan aviones de pasajeros, trasatlánticos o tractores/camiones en los que sea rentable usarla).
Y en el caso de los coches, no hay suficiente material para convertir la flota mundial en coches eléctricos (no hay suficiente litio para baterías por ejemplo).
¿Quiere esto decir que se agotará la energía? No, pero no es posible crecer indefinidamente en un mundo materialmente finito.
Aquí entra el concepto de TRE (Tasa Retorno Energético):
Según la Wikipedia se conoce como tasa de retorno energético (TRE) al cociente de la cantidad de energía total que es capaz de producir una fuente de energía y la cantidad de energía que es necesario emplear o aportar para explotar ese recurso energético. La fórmula es TRE=Energía total de la fuente/Energía invertida.
Un cociente menor o igual que 1 indica que la energía de la fuente es menor o igual a la energía consumida (es decir, cuesta más energía obtener energía que la energía que consigues, por tanto pasa de ser una fuente a un sumidero), por lo tanto una fuente de energía será tanto mejor cuanto mayor sea su TRE, puesto que eso implica que se obtiene una mayor cantidad de energía neta utilizable por cada unidad de energía invertida en ella (más renta, más kilómetros recorre el coche con un mismo llenado de gasolina).
¿Se acabará el petróleo? No, nunca. Eso no es lo importante. Lo que sucede es que no es rentable invertir energía en tal fuente que aporta menos energía de la invertida (ej: las minas de oro no se cierran cuando no queda más material, sino cuando el coste de su extracción es superior al beneficio económico que genera. Lo cual no implica que el mineral se agote totalmente, simplemente no es rentable).
Así pues, las ciudades de las grandes sociedades desarrolladas actuales dependen de cantidades ingentes de energía (y minerales y su transformación que dependen de tal energía) para mantenerse en pie y con una población estable, que si ellas, no sería viable. Tal estabilidad es tanto económica como social (incluyendo leyes feminazis).
Ejemplo: La Roma actual con 2,86 millones de personas, antes del desarrollo del aprovechamiento de las grandes fuentes de energía, llegó a tener (con un desarrollo tecnológico y organización social superior incluso a la de la Edad Media) un máximo cercano a 1 millón de habitantes. México capital cuenta con 8 millones por ejemplo, similar a Nueva York.
Resumiendo: La sobrabundancia material de occidente (en comparación al resto del mundo) permite que haya poblaciones estables, y el Estado de Bienestar ayuda a las mujeres que han estado históricamente más “necesitadas”.
Por ello, actualmente, por ejemplo, una mujer soltera no tiene prácticamente consecuencias respecto a lo que sería tenerlo en una sociedad donde el Estado no la apoyase explícitamente (se observa en los estados “tercermundistas”).
Entonces, podemos incidir que en un estilo de vida más “parco, moderado económicamente” o con un Estado de Bienestar menos protector (o inexistente) la mujer no puede permitirse, para su supervivencia y calidad de vida, los instintos hipergámicos o liberalismo sexual (lo cual no quiere decir que desaparezca, pues son innatos a nivel puramente reproductivo).
Por tanto, si el actual contexto económico del “primer mundo” desaparece, las sociedades cambian, y por tanto los comportamientos de mujeres y hombres.
¿Desaparecerá? Nadie sabe el futuro, pero la Agencia Internacional de la Energía tiene varios escenarios, donde maquilladamente, acepta el inevitable declive.
El caso es éste: jamás en la humanidad ha habido tal cuantiad de población mundial (7000 millones, cada caloría del mundo occidental lleva incorporada en su producción mas calorías de energía fósicl que las que el alimento por sí mismo aporta a través de la fotosíntesis) ni ha vivido con tanta calidad (aunque no la totalidad de la población) y esto ha servido gracias a la energía.
Como homo sapiens, no tenemos vello como un chimpancé, por lo que ahorramos calorías que producirían calor y en su lugar usamos las pieles de otros animales para calentarnos, somos omnívoros y los únicos animales que cocinan, por que usamos su energía para predigerir la comida antes de ingerirla y destinar mayores recursos al desarrollo y mantenimiento cerebral (inteligencia) que consume sobre el 20% de la energía del cuerpo (algo exagerado, pesando el cerebro alrededor de 1 kilogramo en comparación con el consumo de cualquier parte del cuerpo).
Es decir, para el humano, como especie, es natural usar fuentes de energía externa para mantener su viabilidad poblacional.
Mientras no ha habido un crecimiento económico aparentemente infinito, los roles sociales estaban ligados a la cantidad de energía que se podía conseguir, con una cultura y unas normas de comportamiento y cortejo definidas (para bien y para mal); actualmente, tal mundo ha desaparecido en occidente (¿quién diría a un abuelo de 90 años, en su juventud, que por el precio de una buena cena en restaurante -50 euros por ejemplo- podría conseguir un vuelo low cost de una capital europea a otra sin problemas? Difícilmente lo creería) y no hay roles específicos, sino grupos de poder (feministas) y valores “capitalistas” –individualismo, narcisimo (llamado lorealismo)- que no definen el comportamiento general de la mujer sino en un único sentido: lo que más renta, lo que más le conviene según la edad (carrusel) un juego al que muchos hombres se niegan a participar. El juego ha cambiado para las mujeres (antes del Muro) pero no para los hombres, que deben seguir siendo proveedores como en los tiempos de escasez energética; al producir las mujeres y aumentar tecnológicamente sus contactos (apps, globalización) el hombre pierde sus herramientas de valor principales, por lo cual es más susutituibles –desechable-.
Notal final:
Este artículo quiere expresar, sin intención de sentar cátedra, que existe una relación entre la dinámica material (desarrollo económico, tecnología, energía) y sus síntomas sociales (feminazismo, entre otros) y cómo la sociedad se adapta a la realidad económica; y propone: ya que la termodinámica y geología imponen un límite en el desarrollo de las sociedad (y su mantenimiento, la situación actual es una excepción a lo largo de la historia de la humanidad), al caer esta irremisiblemente (independientemente de si sea un poco antes o después en el tiempo, hoy por hoy las energías renovables ni de lejos permiten el derroche energético necesario para mantener activa la civilización industrial actual) ¿no se modificarán las relaciones entre hombres y mujeres? ¿No podrían ser tales relaciones, a la larga, devenir en alguna similar a las que adoptaron sociedades más antiguas e iguales de capaces que nosotros (si, el padre de tu tatarabuelo, por ejemplo)? Hasta aquí, la ciencia sólo puede decir que la abundancia energética se acabará, dando lugar a sociedades de menor consumo energético.
Por último, no pretendo convencer a nadie sobre el Peak oil, cambio climático o historia de las sociedades, ni se extrae ningún beneficio de ello, más que aportar una macrovisión desde la perspectiva energética y social a los hermanos MGTOW que se encuentran un panorama de relaciones sociales muy diferente al de sus padres.
No obstante, en caso de que despertase interés, se adjuntan links con datos científicos, quien quiera, que investigue por su cuenta y crea aquello que desee creer. En todo caso, entrando en opiniones, sería mucho más preferible un mundo futuro económicamente similar al actual (como en general se le supone en los medios de comunicación) con un nivel igual o incluso superior de feminazismo que un mundo post-petróleo, dado a la pérdida de calidad de vida que implica para el ciudadano occidental (a excepción de que haya un decrecimiento y cambio social ordenado hacia un nuevo paradigma de una población estable en población y producción, cosa inmensamente difícil). Así pues, el cambio de este ambiente tóxico para el hombre en relación a las mujeres está garantizado por la naturaleza, en cuanto vuelvan las limitaciones materiales que de forma natural han frenado los instintos hipergámicos y similares.
Nota: vide destacado sobre la anipulación social de la mujer en occidente y su creciente desconfianza al hombre impulsada por los medios de comunicación (curiosamente, son los actores, que son mejores según su capacidad de fingimiento en su trabajo, quienes tienen una desproporcionada influencia en la creación de opiniones en la sociedad, y muchos toman esta visión de la realidad como cierta (y luego se arrepienten, como las cuarentonas post-wall que han descubierto que la vida no es como en la serie Sexo en New York). !Muy recomendable!
https://www.youtube.com/watch?v=PaIr6-or8OI&t=3s
Grumetito
http://crashoil.blogspot.com.es/search?q=world+energy&updated-max=2018-02-02T16:50:00%2B01:00&max-results=20&start=1&by-date=true
https://www.youtube.com/watch?v=rvKCvKLMnJU&feature=youtu.be
http://www.resilience.org/stories/2012-02-22/en-busca-de-un-milagro-los-l%C3%ADmites-de-la-%E2%80%98energ%C3%AD-neta%E2%80%99-y-el-destino-de-la-socieda/
http://crashoil.blogspot.com.es/2011/12/la-gran-exclusion.html
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